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Relógio de Sol.

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Santuário do Bom Jesus do Monte-Braga
Relógio de sol corresponde a um método ou procedimento utilizado para medir a sucessão das horas ou do tempo por meio da visualização do modo como a luz solar incide na terra em diferentes posições e é justamente essa variação que fornece as horas. O relógio de sol pode ser como, por exemplo, um relógio de jardim, constituído por um mostrador que é confeccionado em uma superfície plana na qual são indicadas as respectivas horas, dessa forma, a sombra projetada no mostrador funciona como uma espécie de relógio convencional. Assim, a luz do sol ao variar resulta nas sucessões das horas. Existem relógios de sol com funcionamento mais difícil de compreender, pois possuem mostradores do tipo inclinado. A necessidade de conhecer as horas é algo especificamente social, uma vez que animais e plantas não necessitam de tais informações. O indício mais antigo da divisão do dia é proveniente de um relógio de sol egípcio, datado de 1.500 a.C. Os seres humanos têm utilizado dos relógios para marcar o tempo e assim facilitar o agendamento dos compromissos e atividades, assim como encontro entre pessoas, como reuniões, festas e outros, desse modo o homem com sua capacidade intelectual conseguiu dominar tal recurso, mesmo em tempos remotos. Apesar de ser uma tecnologia antiga, o relógio de sol ainda é utilizado nos dias de hoje em praias e áreas abertas.

Braga - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:




Casa dos Coimbras

A actual Casa dos Coimbras, como é vulgarmente conhecida, tem nas suas origens uma construção que já em 1471 servia de residência ao deão D. Martim Anes, em 1477 ao bispo Titopolis D. Gil e em 1502 ao protonotário apostólico D. Luís Gonçalves Farto. Tendo sido adquirida em 1505 por João de Coimbra, doutor em degredos natural de Lisboa, provisor da Mitra de Braga, sofreu desde então várias reconstruções, a primeira das quais levada a cabo por artistas biscainhos presentes em Braga para a execução da capela-mor da Sé Catedral. Restam hoje da primitiva casa quinhentista, algumas janelas em estilo Manuelino, que sobreviveram à demolição ocorrida em 1906.
Em 1906, o palacete dos Coimbras é demolido, no seu lugar é construído o actual edifício, a casa dos Coimbras. Esta casa possui apenas algumas janelas do antigo palacete manuelino.
Actualmente na Casa dos Coimbras está instalado um pólo da Galeria Mário Sequeira.