Sé de Braga - Catedral de Santa Maria de Braga - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:







Sé de Braga - A Catedral de Braga - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:

Fachada

Brasão

SÉ DE BRAGA

Segundo a tradição, a diocese bracarense foi criada no século III; mas a História só a confirma a partir do ano de 400. O actual edifício está implantado sobre uma outra construção religiosa que, possivelmente, foi a anterior catedral.Foi com o bispo D. Pedro (1070-1093) que se iniciou a obra da actual Sé. Depois dele quase todos os seus sucessores quiseram deixar a sua marca, fosse em pequenas alterações ou em obras de vulto. O Cabido, a quem pertencia o governo da Catedral, também imitou os arcebispos nos períodos em que se verificou Sé vacante. É por essa razão que do primitivo edifício pouco mais nos resta do que a implantação e o projecto geral, além de alguns curiosos pormenores decorativos, como as duas arquivoltas da primitiva porta principal românica, lavrados com cenas da gesta medieval da Canção da Raposa.Apresentando duas torres na fachada, o que a aproxima das grandes catedrais do românico português, foi, com o correr dos séculos, muito modificada: uma galilé de finais do século xv, fechada no século xviii pela belíssima grade de ferro que o arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532) fizera para proteger a capela-mor; e, ainda na frontaria, a grande pedra de armas do arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles (1704-1728), a edícula e o coroamento das torres, colocados no primeiro quartel de Setecentos.O interior, de três naves, transepto e cabeceira com cinco capelas, é profundamente austero. No período barroco abriram-se grandes janelas, transformaram-se os altares, cobriram-se de estuques e pinturas todas as paredes; a Sé tornou-se uma festa, um apelo aos sentidos. E assim se manteve até meados do século xx quando as obras realizadas pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, nas décadas de 30 e 50, restituíram o suposto prospecto medieval do templo, segundo os critérios de restauro então em voga. Excepto a capela-mor, todas as capelas da cabeceira mantiveram as alterações de arquitectura e retábulos que tinham recebido no século xviii.No subsolo da capela-mor conservam-se ainda vestígios arqueológicos do primitivo templo paleocristão e altomedieval. Em 1509, D. Diogo de Sousa patrocinou a construção de uma nova cabeceira, traçada pelo arquitecto João de Castilho, que ali deixou um original testemunho da arquitectura do tardo-gótico nacional, bem visível na sua belíssima abóbada de combados. Ao arcebispo ficou igualmente a dever-se um perdido retábulo de pedra e o frontal do altar, tendo sabido conservar a magnífica imagem francesa de Santa Maria de Braga, do século xiv.O desenho das Capelas do transepto foi influenciado pelo da sacristia, tendo sido, todas elas, alteradas nos inícios do século xviii pelo mestre pedreiro Manuel Fernandes da Silva. Deve salientar-se o revestimento azulejar da capela de São Pedro de Rates, pintado em 1715 por António de Oliveira Bernardes, com representações de cenas da vida do santo, e a finíssima talha neoclássica da Capela do Santíssimo Sacramento, bem como o seu magnífico frontal, entalhado em 1718 pelo mestre Miguel Coelho e inspirado num quadro de Rubens, o Triunfo da Igreja.A sacristia, riscada pelo arquitecto régio João Antunes, em 1698, foi executada pelos pedreiros Pascoal Fernandes e seu filho Manuel Fernandes da Silva. A sua arquitectura foi de uma intensa novidade para a Braga daquele tempo, mas a cidade não soube continuar nessa senda, voltando facilmente para os velhos valores maneiristas.No coro alto o cadeiral e os órgãos, de talha dourada, são obras excepcionais de concepção e execução. O cadeiral (1737) é devido ao entalhador e arquitecto portuense Miguel Francisco da Silva. As caixas dos dois órgãos (1737-1739) foram entalhadas e esculpidas por Marceliano de Araújo numa incrível profusão dos elementos mais característicos da talha joanina, abundando as figuras esculturadas, sátiros e golfinhos. A parte mecânica ficou a dever-se ao mestre organeiro galego Frei Simão Fontanes. Todo o conjunto é dominado pelos Esponsais da Virgem, composição fresquista pintada na mesma campanha de obras por Manuel Furtado de Mendonça. O claustro data dos inícios do século xix; está no lugar de um outro, gótico, que ameaçava ruína em finais de Setecentos. Estabelece ligação com o Tesouro da Sé e com as Capelas de D. Lourenço Vicente, do nome do arcebispo que a reconstruiu – também conhecida por Capela dos Reis – e de Nossa Senhora da Piedade. Na primeira, de estilo gótico, além do túmulo do arcebispo, guardam-se os túmulos dos condes D. Henrique e D. Teresa.Na Capela de Nossa Senhora da Piedade, fundada por D. Diogo de Sousa em 1513, guarda-se o túmulo do prelado, obra de artista coimbrão desconhecido, talvez o mesmo que lavrou os túmulos dos pais de D. Afonso Henriques, dispostos na capela anterior. A imagem original da Senhora do Leite, obra de outro artista coimbrão, o desconhecido Mestre dos Túmulos Reais, está agora aqui recolhida. E merecem ainda atenção alguns dos retábulos, como o de Nossa Senhora da Boa Memória, em estilo rococó.Junto à porta lateral que dá para a Rua do Souto localiza-se o Claustro de Santo Amaro, onde subsiste um absidíolo, talvez pertencente ao projecto original da Sé, cuja abóbada está coberta por uma pintura dos finais do século xv.Outras duas capelas, de implantação autónoma, fazem ainda parte do conjunto monumental. A Capela de São Geraldo foi inicialmente construída no século xii. Sofreu as mais variadas alterações, sobretudo no período barroco, tendo sido a sua fachada totalmente refeita durante a grande campanha de restauro dos anos 40. O espaço interior, remodelado pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que aqui colocou o seu túmulo, tem as paredes recobertas de azulejos, atribuíveis a António de Oliveira Bernardes. A Capela da Glória é obra do arcebispo D. Gonçalo Pereira (1236-1248). As paredes laterais ostentam uma decoração geométrica organizada em enormes quadrados, sem dúvida um dos mais antigos testemunhos de pintura a fresco subsistentes entre nós. O túmulo do arcebispo, aqui colocado, foi contratado, em 1334, pelo coimbrão Mestre Pero e pelo lisboeta Telo Garcia.Ao lado da Catedral, com acesso a partir do claustro, encontra-se o Tesouro da Sé, criado em 25 de Março de 1930, o qual recolhe múltiplas peças reunidas ao longo dos tempos.

Brasão existente no Jardim de Santa Bárbara - Braga - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:




O jardim de Santa Bárbara em Braga, é um dos mais belos de Portugal. Localizado nas traseiras da Sé Catedral, reúne flores e cores num resultado quase divino. Trata-se de um local de influência renascentista do século XVI.

Vila de Paredes da Beira - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:





Casa da Torre das Pedras - Quinta do Azevedo e Capela dos Santos Mártires.

A casa da torre das pedras - mais conhecida por Quinta do Azevedo e Capela dos Santos Mártires. Esta Quinta está situada na povoação de Paredes da Beira, na rua da corredoura, para a qual tem o portão de acesso principal, onde está uma lápide de mármore à sua direita com uma inscrição, encimada por um baixo relevo de três chaves.A fachada principal, virada a sudeste, tem dois pisos, sobressaindo, no primeiro, três portas rectangulares e escada de lanço único, com corrimão de ferro. No segundo piso, destaca-se uma porta e uma janela de sacada, intercaladas por três janelas de guilhotina com molduras rectangulares. Na fachada nordeste, com dois pisos, ressalta, no primeiro, portas rectangulares, enquanto, no segundo se destacam sete janelas rectangulares.No que diz respeito à Capela, detém a fachada principal voltada a nordeste, com cunhais encimados por pináculos e dois registos separados por friso. Assim, no primeiro registo, evidencia-se o portal da moldura rectangular com vólutas, os frisos verticais serpentiformes e a cartela com concha e máscara. No segundo piso, vislumbra-se a pedra de armas entre ramagens, bem como duas janelas de guilhotina em arco de asa-de-cesto com florão.Quanto, à Capela-mor, é revestida por um retábulo tripartido, esculpido em granito com rendilhados e imagens. No Altar-Mor, chama a atenção o trono de talha dourada, ladeado por duas portas pintadas com as imagens de São Paulo e São Félix, cujo os corpos estão em túmulos envidraçados sobre altares laterais.

Vila de Leomil - Moimenta da Beira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:



Solar dos Viscondes de Balsemão do século XVIII - (particular)


Mais um palacete, este, arruinado, com um portal setecentista armoriado. Este portal,assente em duas pilastras adossadas ao muro, um poderoso lintel sustenta o peso e tem uma inscrição em latim onde se lê: " Esta família tem mais brilho do que a própria luz do sol". A parte que sucede ao entabelamento é constituída por dois pináculos em cada uma das extremidades, rematadas por duas esferas, e ao centro por uma composição abrasonada, encimada por uma ave.

Murada a toda a volta, esta casa abre-se ao exterior de duas maneiras: primeiro, por um lance de oito escadas a que se segue um pátio que dá acesso ao edifício por duas portas de madeiras; depois, por dois portais nas extremidades, um com as armas dos Coutinhos e com uma inscrição em latim, o outro, um portal mais exuberante, armoriado e também com uma inscrição em latim. Este é também um palacete rural, ecológico, que tenta uma comunicação com a natureza. Repare-se que toda a casa se abre ao exterior de uma forma espectacular, procurando assim, comungar com a natureza. Tem nas traseiras um enorme quintal que dá acesso a vários terrenos que pertenciam à casa.

Moimenta da Beira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:




Aquilino Gomes Ribeiro (Tabosa do Carregal, 13 de Setembro de 1885 — Lisboa, 27 de Maio de 1963) foi um escritor português.
É considerado por alguns como um dos
romancistas mais fecundos da primeira metade do século XX. Inicia a sua obra em 1907 com o folhetim "A Filha do Jardineiro" e depois 1913 com os contos de Jardim das Tormentas e com o romance A Via Sinuosa, 1918, e mantém a qualidade literária na maioria dos seus textos, publicados com regularidade e êxito junto do público e da crítica.

Moimenta da Beira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:




Convento Beneditino da Nª Srª da Purificação - Séc.XVI
Convento de Nossa Senhora da PurificaçãoConvento feminino de clausura, construído no século XVI, sofrendo várias remodelações nos séculos seguintes.Situa-se no Largo do Terreiro das Freiras e Rua Aquilino Ribeiro, em Moimenta da Beira.Classificado como Imóvel de Interesse Publico, pelo Despacho de Julho 1985.

Fonte da Pipa - Moimenta da Beira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:



Moimenta da Beira

Moimenta da Beira é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, Região Norte e subregião do Douro, com cerca de 2 400 habitantes.
É sede de um município com 219,75 km² de área e 11 074 habitantes (2001), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Tabuaço, a sueste por Sernancelhe, a sul por Sátão, a oeste por Vila Nova de Paiva e Tarouca e a noroeste por Armamar.
A localização geográfica do concelho de Moimenta da Beira, entre o vale do Douro, de clima tipicamente mediterrânico e as terras altas da Beira Alta, de clima de montanha, propicia a existência de comunidades vegetais e animais variadas.

As freguesias de Moimenta da Beira são as seguintes:

Vila de Sendim - Tabuaço - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:






Solar dos Gouveia Couraças
O solar fronteira que foi dos Gouveias Couraças é uma sumptuosa residência cuja face Nascente aberta sobre a estrada oferece elegante fachada dividida em dois corpos, abrindo-se no andar nobre quatro largas janelas de sacada.
A face Sul mostra um harmonioso pátio interior entre duas curtas alas que se unem através de um pórtico ameado e sobrepujado por avantajada pedra de armas.
Ao lado da face poente levanta-se a ampla capela de S. Miguel, de boa cantaria com sineira um pouco recuada (séc. XVII).

Solar do Paço Episcopal de Trevões - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:





Solar do Paço Episcopal de Trevões

O Solar do Paço Episcopal de Trevões erguendo-se em paralelo com a fachada norte da igreja matriz, pertenceu aos bispos de Lamego, que apresentavam o vigário e aqui residiam. Foi construído em 1777, a mando do bispo D. Manuel de Vasconcelos Pereira, que arrasou a anterior construção.
O actual edifício, com interior muito descaracterizado, apresenta duas
fachadas nobres, decoradas por janelas de saial, rematadas por frontões curvos, impondo-se na fachada nascente o brasão, lavrado ao gosta rocaille, com as armas dos Pereiras e Vasconcelos, rematadas pelo chapéu e borlas episcopais. O óculo que se abre no estremo da fachada sul é tradicionalmente conhecido como "olho do bispo", porque só depois de verificar que o número de paroquianos era suficiente é que o bispo saía para celebrar a missa.
Após a nacionalização dos bens da igreja no
século XIX, a casa, juntamente com a quinta, foi vendida, em 1875, a José Pereira Loureiro, Visconde de Fragosela. Este vendeu a propriedade a Francisco Xavier de Melo, que a passou à família Oscar Magalhães, entrando, depois, em progressiva ruína. Actualmente pertence a Eurico Figueiredo, prevendo-se o seu restauro com vista a integrar o Conjunto Turístico de Trevões.

Casa do Adro - Trevões - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras /




Casa do Adro (Trevões)

A Casa do Adro situa-se em Trevões.
Fronteira à fachada principal da igreja matriz e junto ao
Paço Episcopal, foi mandada levantar em 1605 por Baltasar de Almeida Camelo. O presente edifício, provavelmente erigido entre os séculos XVIII e XIX, embora possuindo terras de vinha e diversas construções de apoio à actividade agrícola, apresenta características marcadamente habitacionais.
Na fachada principal pontuam oito janelas, sendo as do andar nobre da sacada, com gradeamento de ferro forjado, e as do piso térreo de guilhotina, gradeadas em peito de rola. Ao centro, encimando o portal, duas volutas sustentam o brasão com as armas dos Almeida, Coutinho e Camelo. Do interior, em tempos ricamente mobilado, destaca-se a escadaria de acesso ao andar nobre.

Brasão de casa em Trevões - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Brsão de casa em Trevões - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Casa do Adro/Solar dos Corte Real - Vilarouco - S. João da Pesqueira - Portugal

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Casa do Adro / Solar dos Corte Real

Solar oitocentista, próximo do adro da Igreja de Vilarouco, apresenta uma fachada em estilo barroco, destacando-se uma pedra d’armas com uma coroa de conde. O seu interior apresenta uma decoração nobre e os seus quartos são devidamente equipados.

DOURO - Quinta dos Frades - Folgosa do Douro - Portugal.

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


PORTÃO DE ENTRADA NA QUINTA E BRASÃO.

S. João da Pesqueira - Portugal - Fonte da Deveza.

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:



S. João da Pesqueira - Casa do Cabo

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Brasão da Casa do Cabo

CASA DO CABO

O edifício onde está instalado o tribunal da Comarca é um magnífico palacete brasonado de nobre fachada e harmoniosas linhas. É conhecido por Casa do Cabo (porque ficava no cabo da Vila), e pertenceu à família fidalga de Sande e Castro. A fachada é simplesmente teatral pelas esculturas e delicadeza dos volumes e proporções, cuja monumentalidade contrasta com a simplicidade da arquitectura doméstica. É nítida a influência Nasoni nas janelas de concheados (e volutas). Entremos para admirar (no átrio) dois altos- relevos incrustados nas paredes, da autoria do escultor pesqueirense Eduardo Tavares (falecido em Setembro de 1991), diplomado pela Escola de Belas Artes do Porto.

S. João da Pesqueira - Museu Eduardo Tavares

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:

Brasão do Museu Eduardo Tavares

Instalado num edifício com 200 anos, o Museu Eduardo Tavares foi inaugurado em Março de 2003. Acolhe parte do espólio do escultor Eduardo Tavares, figura ilustre da terra, contemplando duas vertentes: escultura e arqueologia.

Penso - Sernancelhe - Viseu

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:



Brasão do Solar dos Noronhas - Séc. XVII.



Penso
Casa Brasonada em Penso


Situada no centro-oeste do concelho, ocupa um aprazível recanto, numa das obras orográficas que da serra da Lapa descem para o rio Távora.
Penso é uma povoação muito antiga. Ponto de passagem dos romanos, deve ter sido, depois da incursão de Almansor na região, pertença de D. Chamoa e sucessivamente da Coroa. Fez parte dos bens de Mem Martins e de Egas Moniz, passando, mais tarde, para as casas nobres dos Pimenteis, Gouveias e Noronhas, que aqui construíram elegantes solares.
Por aqui passou, com certeza, o rei D. Dinis, no seu caminho de Trancoso para Lamego, por volta de 1310, tendo sido hóspede de um lavrador rico em A. de Barros. Por aqui passaram, mais tarde, os invasores franceses. As tropas miguelistas, sob o comando do general Póvoas, aqui pernoitaram.
Esteve ligada ao concelho de Caria, até à sua extinção, em 24 de Outubro de 1855.
A freguesia fica a meia hora da serra da Borralheira, com o seu casario organizado em torno de uma estrada que passa numa ponte românica (do pontigo) a caminho de Freixinho. Mesmo por detrás de uma ponte de bica dupla há uma casa com uma bonita janela manuelina. Mais acima está outra ponte de aduelas graníticas e uma casa fidalga (dos Pimentéis), onde a Capela do Santíssimo Sacramento ostenta o brasão dos Gouveias. Tudo rodeado por um belo jardim.

S. João de Tarouca - Tarouca - Viseu

Author: Fernando Peneiras /

Brasão da Igreja de S. João de Tarouca.

Sabrosa - Vila Real

Author: Fernando Peneiras /


Sabrosa - Vila Real

Author: Fernando Peneiras /

Brasão com relógio da torre Igreja da Matriz de Sabrosa.

Lalim - Lamego

Author: Fernando Peneiras / Etiquetas:


Brasão de casa no largo de Lalim.

Vila de Lalim - Lamego

Author: Fernando Peneiras /


Brasão da Casa da Cadeia

Foi sucessivamente, Solar dos Menezes donatários da Vila após o Infante D. Henrique, Paços do Concelho e Cadeia no piso térreo.
A sua construção deve datar dos fins do século XV, tendo sido posteriormente acrescentadas, no lado sul, varandas de ferro forjado do século XVII. Apresenta, esculpido num dos cunhais, o brasão da família donatária.